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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Medicamento para Diabetes pode inibir o crescimento de certos tipos de tumor


Normalmente usada no tratamento de diabetes tipo II, a metformina pode, segundo estudo recente, reduzir a produção de citocinas inflamatórias e, assim, desacelerar o envelhecimento celular e inibir o crescimento de certos tipos de tumor.

“Células normalmente secretam essas citocinas como resposta a infecções, mas a produção crônica dessas mesmas citocinas pode também causar o envelhecimento celular”, explica o pesquisador Gerardo Ferbeyre, da Universidade de Montreal (Canadá).
Com o passar dos anos, as células do corpo se tornam mais propensas a produzir citocinas inflamatórias em excesso, o que, além de acelerar seu envelhecimento, pode contribuir para o crescimento de câncer de próstata e de outros tipos.

No estudo, Ferbeyre e sua equipe perceberam que a metformina é capaz de diminuir o problema em nível celular. “Os genes que regulam a produção de citocinas continuam normais, mas uma proteína que normalmente os ativa, chamada NF-κB, não consegue alcançá-los no núcleo de células tratadas com metformina”, explica.


Fonte  Hypescience

quarta-feira, 13 de março de 2013

Uma linda história de amor


A moça desta foto se chama Katie Kirkpatrick, e tem 21 anos. Ao lado dela está seu noivo Nick de 23 anos..
A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois, realizada em 11 de janeiro de 2005, nos EUA. Katie tem câncer em estado terminal e passa horas por dia recebendo medicação.
Na foto Nick aguarda o término de mais uma de suas sessões.


Apesar de sentir muita dor, de vários órgãos esteram apresentando falências e de ter que recorrer à morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar de todos os detalhes.
O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perde peso todos os dias devido ao câncer.


Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie. Ele acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também.
O outro casal da foto são os pais de Nick, emocionados com o casamento do filho com a mulher que ele foi namorado desde a adolescência.



Katie, sentada em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, escutando o marido e os amigos cantando para ela.



No meio da festa, Katie pára para descansar um pouco. A dor a impede de ficar em pé por muito tempo.



Katie morreu 5 dias depois do casamento. Ver uma mulher tão debilitada vestida de noiva e com um sorriso nos lábios nos faz pensar...a felicidade sempre está ao alcance, dure enquanto dure, por isso devemos deixar de complicar nossas vidas...


Fonte: Projeto Ilumina

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Oficina gratuitas de Receitas Contra o Câncer

Nutricionistas ensinam o passo-a-passo do preparo de receitas que auxiliam na prevenção de câncer

Adotar um estilo de vida saudável é fundamental para reduzir os riscos de desenvolver câncer e um grande passo é estar atento ao que colocamos na mesa. Focado em difundir o papel protetor de uma alimentação equilibrada, o Hospital A.C.Camargo anuncia a agenda de 2013 da Oficina de Culinária, programa idealizado pelo serviço de Nutrição Oncológica da instituição. 

O pontapé inicial será dado com o tema prevenção de câncer de próstata na sexta, 22, às 16 horas. Em aula gratuita, a nutricionista oncológica Ana Carolina Cantelli vai interagir com o público por meio do preparo de receitas com alimentos ricos em licopeno como tomate, molho de tomate, goiaba e melancia, que têm função antioxidante e amenizam os danos ao DNA que levam ao tumor prostático.

O cardápio das aulas do ano inclui dietas que auxiliam na prevenção de câncer de mama, estômago, esôfago, cabeça e pescoço e pulmão.
Enfatizando a importância de uma alimentação equilibrada estar sempre associada com um estilo de vida saudável baseado em prática de atividade física, não consumo de tabaco, consumo moderado de álcool, exposição ao sol com moderação e com proteção, dentre outros, a nutricionista oncológica do A.C.Camargo, Thaís Manfrinato Miola recomenda investir nos alimentos certos: 

Frutas vermelhas e chá verde
São ricos em: Flavonoides
Ajudam a prevenir câncer de mama, cólon, reto, estômago, esôfago e pâncreas

Tomate, molho de tomate, goiaba e melancia
São ricos em: Licopeno
Ajudam a prevenir câncer de próstata e mama

Cenoura e abóbora
São ricos em: Betacaroteno
Ajudam a prevenir câncer de pulmão

Espinafre e couve
São ricos em: Luteína e zeaxantina
Ajudam a prevenir câncer de pele

Frutas cítricas como laranja, acerola, abacaxi
São ricos em: Vitamina C
Ajudam a prevenir câncer de diversos tipos, principalmente o de estômago

Couve-flor e brócolis
São ricos em: Isotiocianato
Ajudam a prevenir câncer de mama, intestino e esôfago

Soja e feijão
São ricos em: Isoflavonas
Ajudam a prevenir câncer de mama, próstata, intestino, reto, pulmão, estômago e colo do útero

Alho
É rico em: Alicina
Ajuda a prevenir câncer de estômago

Peixes, como sardinha, atum e salmão, e linhaça
São ricos em: Ômega-3
Ajudam a prevenir câncer de mama, próstata e intestino

PROGRAMAÇÃO 2013 
22 de fevereiro - Alimentos que auxiliam na prevenção de câncer de próstata
26 de abril - Alimentos que auxiliam na prevenção de câncer de mama
28 de junho - Alimentos que auxiliam na prevenção de tumores abdominais
30 de agosto - Alimentos que auxiliam na prevenção de tumores de cabeça e pescoço
20 de dezembro - Alimentos que auxiliam na prevenção de tumores pélvicos


Fonte: Hospital AC Camargo

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O que perguntar ao médico oncologista na primeira consulta?


Veja algumas dicas para a primeira consulta oncológica.

A melhor maneira de procurar um profissional é analisando seu curriculum, pois nele você encontrará todas as informações importantes sobre o profissional. No curriculum deve constar a formação da especialidade, experiência profissional e trabalhos já publicados em revistas médicas e livros. 

Faça todas as perguntas que sentir necessidade ao médico. Não saia do consultório com dúvidas. 

Veja algumas sugestões de perguntas que pode fazer ao médico em relação ao tumor:
1.     É benigno ou maligno?
2.     Se maligno, qual o tipo?
3.     Qual é o estadiamento (onde está localizado ou espalhado)?
4.     Qual o prognóstico (% de cura, sobrevida, risco de óbito)?
5.     O que devo dizer a meus familiares e amigos?
6.     Qual o tipo de tratamento mais indicado para o meu caso?
7.     Quais os riscos ou efeitos colaterais do tratamento?
8.     Qual a sua experiência no tratamento dessa doença?
9.     Devo ouvir uma segunda opinião?
10. Vou pode retornar as minhas atividades habituais?
11. Com que frequência devo voltar para novas avaliações
12.Nas avaliações, quais serão os exames mais solicitados?

Leve todos os exames e laudos já realizados anteriormente, bem como as informações sobre os medicamentos que utiliza.


Fonte: AC Camargo

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Musculação pode prevenir câncer de próstata e reduzir efeitos colaterais do tratamento


O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens brasileiros e o sexto tipo mais comum no mundo. Apesar da gravidade da doença, preconceito e falta de informação são grandes obstáculos para o diagnóstico precoce dos homens com câncer de próstata. A boa notícia é que a prática regular de exercício físico reduz a incidência deste tipo de câncer, além de melhorar a qualidade de vida dos pacientes que fazem quimioterapia.

“Estudos indicam que a prática regular de exercícios físicos, como a musculação e exercícios aeróbios, pode ajudar a prevenir o aparecimento do câncer de próstata, e contribui para o ganho de massa muscular, força e capacidade funcional daqueles pacientes que se submetem à terapia de supressão hormonal” explica a Dra. Janise Lana Leite (CRM 126.876), geriatra da Academia Estação do Exercício e Saúde – especializada em musculação para idosos.

“Evitar o sedentarismo é o primeiro passo no combate ao surgimento do câncer de próstata, além de outros cânceres”, afirma Dra. Janise. Mudar o hábito de vida para incluir o exercício físico como uma rotina na semana não é fácil para muitas pessoas, principalmente para os idosos que não tiveram experiências prévias com os exercícios. Muitos idosos tem medo de fazer exercício físico, outros acreditam que não irão usufruir os resultados dos mesmos. Esses mitos precisam ser vencidos, pois o exercício supervisionado por profissional da educação física é seguro e traz muitos benefícios em qualquer idade.

“O tratamento do câncer de próstata provoca queda significativa do hormônio masculino testosterona, que é responsável pelo desenvolvimento muscular e redução de gorduras. Os exercícios de musculação, ao provocarem estimulação muscular, ajudam a prevenir a perda muscular quando a testosterona é reduzida pelo tratamento oncológico”, explica Dra. Janise.

O câncer de próstata é uma doença silenciosa, e os sinais só ficam evidentes em estágios mais avançados, quando o câncer já está infiltrado em órgãos adjacentes, ou quando suas metástases em ossos, pulmão e fígado se manifestam. Por isso é importante fazer consultas médicas regulares para se realizar a prevenção. Assim como se dedica o mês de outubro às campanhas pela saúde da mulher, e mais especificamente ao combate do câncer de mama, em novembro a Associação pela Saúde da Próstata realiza campanhas de conscientização pela saúde do homem e pelo combate ao câncer de próstata.
Para saber mais, visite www.saudedaprostata.org.br


domingo, 14 de outubro de 2012

Mulheres Idosas X Câncer de mama


Quanto mais idade, maior a chance de uma mulher ter câncer de mama. Com o aumento da expectativa de vida da população brasileira, cresceu o número de mulheres idosas que podem ter a doença. Segundo o Ministério da Saúde, o câncer de mama é uma das principais causas de morte em mulheres no país. O ideal e mais importante, na avaliação dos especialistas, é o diagnóstico precoce.

O tumor no organismo das mulheres com mais de 65 anos é menos agressivo do que nas mulheres mais jovens. "O tumor depende do estrógeno para se desenvolver. Nesta faixa etária a produção (do estrógeno) já é bem mais lenta e por isso a doença é menos agressiva", explica Edgar Navarro, mastologista do Hospital São Luiz. Segundo José Roberto Filassi, mastologista e chefe do ambulatório de mastologia do Hospital das Clínicas, a incidência de câncer de mama é entre os 50 e 75 anos. "Isso mostra que o organismo da mulher é saudável e conseguiu vigiar bem, ou seja, a genética é boa", diz.

Um dado importante e ao mesmo tempo desanimador é que não há prevenção quando se trata de câncer de mama. "Ele aparece, não tem como evitá-lo", afirma Navarro. Os especialistas destacam que o diagnóstico precoce, através da mamografia, ainda é a principal arma para combater a doença. De acordo com Navarro, o exame feito anualmente reduz em 25% a mortalidade das mulheres com mais de 50 anos. "O melhor exame hoje é rastreamento, que é, basicamente, a realização de exames antes que o tumor se torne sintomático. A chance de cura é extremamente alta", completa Filassi.

Navarro afirma que o tratamento do câncer de mama nas mulheres com mais de 65 anos é exatamente igual ao aplicado nas mulheres mais jovens. "Dentro de alguns princípios básicos, pois nessa faixa etária há uma incidência maior de diabetes, pressão arterial mais elevada, obesidade", diz. "Às vezes nem é preciso realizar a quimioterapia ou radioterapia.

A paciente recebe apenas uma terapia de remédios, que é aplicada durante cinco anos para eliminar qualquer risco ou chance de ter novamente a doença", ressalta Filassi. Um debate que gera muitas discussões tanto entre a classe médica como entre as mulheres é a influência da reposição hormonal. Muitos acreditam que ela aumenta a chance de surgir o câncer de mama. Mas Navarro contesta: "As mulheres fazem a reposição hormonal entre os 50 e 55 anos. E ela é feita durante cinco anos, ou seja, é realizada no máximo até os 60 anos.

Portanto, mulheres com 65 anos não estão na faixa de realizar o procedimento." E faz um alerta: "Hoje em dia e futuramente vamos detectar cada vez mais o câncer de mama em mulheres mais velhas por causa do aumento da expectativa de vida da população".


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Hospital A.C.Camargo oferece tratamento personalizado para pacientes oncológicos idosos

Pensando na parcela da população a partir de 70 anos - que hoje representa 20% das 4 mil consultas/mês realizadas em seu departamento de Oncologia Clínica - o Hospital A.C.Camargo criou o Ambulatório de Oncogeriatria, que visa proporcionar ao paciente um atendimento especializado em sua faixa etária, além de um tratamento baseado em sua idade biológica e não cronológica. Para isso, são utilizadas ferramentas constituídas de questionários específicos que ajudam a determinar aspectos da saúde física e emocional do paciente, que poderiam não ser percebidos em uma consulta de rotina.

Com a implementação do novo serviço, o paciente oncológico com mais de 70 anos que chega para sua primeira consulta, além do atendimento oncológico geriátrico inicial, é avaliado pela Enfermagem e Psiquiatria. O objetivo é determinar as condições funcionais desse paciente em relação a suas atividades básicas da vida diária. De acordo com o perfil - independente, limítrofe ou frágil - elabora-se o plano de tratamento.

"Queremos observar se ele consegue agir por si próprio, se está ou não deprimido e identificar outros aspectos importantes como a manutenção da memória, saúde cardiológica, pulmonar e renal e até mesmo se medicamentos que estão prescritos para ele podem conflitar com os quimioterápicos. Com isso tudo, contribuímos para diminuir eventuais complicações durante a quimioterapia, reduzir o tempo necessário de internações, proporcionando mais qualidade de vida ao paciente idoso", destaca o oncologista Marcello Fanelli, Diretor de Oncologia Clínica do A.C.Camargo.

Ao identificar os principais aspectos clínicos de cada paciente, é possível, segundo Fanelli, tratá-lo de forma correta, evitando que sejam adotados procedimentos invasivos desnecessários ou  medidas mais cautelosas para um paciente que reúne plenas condições clínicas de receber um tratamento convencional. "Não podemos permitir que um idoso com perfil adequado para um tratamento pleno deixe de recebê-lo", afirma Fanelli.

Ao mesmo tempo, o Ambulatório de Oncogeriatria visa também uma abordagem personalizada para os pacientes que apresentam condição clínica debilitada, que possam não se beneficiar ou ver diminuída sua qualidade de vida caso recebam um tratamento não adaptado para a sua situação. "Um paciente que, por exemplo, apresenta diabetes há muito tempo e o rim não funciona bem, não poderá ser tratado com uma dose normal de quimioterápicos, pois os efeitos colaterais podem ser extremamente severos, além disso, esse rim pode talvez não metabolizar e nem eliminar a droga direito", explica Fanelli.


O Serviço é coordenado pelos oncologistas clínicos Marcello Fanelli, Aldo Lourenço Abbade Dettino, Ana Carolina Sigolo Levy, Fábio Nasser, José Augusto Rinck Júnior, Leila Maria Magalhães Pessoa de Melo, Milton José de Barros e Silva, Solange Moraes Sanches e Ulisses Ribaldo Nicolau. Além disso, reúne uma equipe interdisciplinar, todos com especialização em oncologia, que são os casos da psiquiatra Maria Teresa da Cruz Lourenço, a psicóloga Kátia Rodrigues Antunes e  as enfermeiras Ana Maria Leite e Bárbara Figueroa.


Fonte: www.accamargo.org.br

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Alimentação saudável contribui para evitar o câncer

No caminho da prevenção do câncer está a adoção de uma dieta equilibrada, rica em frutas, verduras, legumes e cereais integrais.
Ao mesmo tempo que uma alimentação equilibrada diminui as chances de você ter câncer, o contrário contribui para colocar você entre o grupo de maior risco para apresentar a doença. Existem pesquisas que sugerem ser possível evitar cerca de 35% dos casos de câncer apenas alterando a dieta.
Isso é fato porque alguns alimentos funcionam como antioxidantes, fornecendo ao organismo substâncias imprescindíveis para combater os radicais livres que atacam as células.

Por que é tão importante ter uma dieta rica em fibras?
Com certeza, você já ouviu de seu médico a recomendação de “incluir mais fibras na alimentação diária”. Seguir essa orientação é muito importante para o equilíbrio de seu organismo e fundamental para prevenir vários tipos de câncer, especialmente o colorretal.
As fibras no intestino ajudam na “limpeza”de substâncias que são consideradas agentes promotores do câncer por auxiliar de maneira muito eficiente na alimentação das fezes.

Onde você encontra os antioxidantes?
É fácil. Os antioxidantes estão nas frutas, verduras, legumes e carnes. Entre os fundamentais para a manutenção da saúde do organismo estão as vitaminas C (encontrada nas frutas cítricas), E (óleos vegetais, grãos e nozes) e A (alimentos de cor alaranjadas, amarelos e vermelhos) e o Zinco, um mineral presente nas carnes e nos laticínios.

Adote as dicas a seguir. Seu organismo agradece...
ü Mantenha uma dieta rica em alimentos de origem vegetal.
ü Seu prato deve ter, pelo menos, 2/3 de vegetais, grãos integrais e feijões e 1/3 (ou menos) de proteína animal (carnes magras).
ü Coma, no mínimo, cinco porções de frutas e verduras por dia.
ü Beba de seis a oito copos de água por dia.
ü Sempre que possível, dê preferência a alimentos naturais e integrais.
ü Inclua em seu cardápio diário: legumes, trigo integral, cevada, aveia, linhaça, arroz integral, soja, feijões e ervilhas.
ü Consuma moderadamente os óleos vegetais saudáveis: óleo de canola e azeite de oliva extravirgem.
ü Diminua o sal e acrescente temperos como alho, cebola, ervas aromáticas naturais e frescas (tomilho, hortelã, manjericão, erva-doce, etc).
ü Mantenha o peso saudável e pratique atividade física.


Fonte: AC Camargo


quarta-feira, 25 de abril de 2012

O Câncer de Boca afeta, na maioria, os idosos


Você mesmo pode ajudar, realizando o Auto-Exame da boca e consultando o seu Cirurgião Dentista.

A incidência de câncer bucal ocupa o quinto lugar entre o sexo masculino e o sétimo entre o sexo feminino. No Brasil, metade dessa população é diagnosticada tardiamente. Nesse sentido, a prevenção é de extrema importância e alguns cuidados com a higiene bucal e auto-exames são fundamentais para evitar a doença.

O câncer de boca aparece, geralmente, como uma úlcera que no início não dói e sem tendência a cicatrização. Cresce continuamente e pode se apresentar pela alteração de cor (manchas brancas, vermelhas ou pretas). Entre os principais fatores que contribuem para o desenvolvimento do câncer bucal estão o tabagismo, o consumo de álcool, a luz solar, agentes infecciosos e má alimentação.


O que é?

O câncer de boca é um dos tumores malignos mais comuns no Brasil e afeta principalmente os homens acima de 45 anos. No entanto, a incidência em mulheres que possuem os hábitos considerados de risco está aumentando. O Câncer bucal tem cura, principalmente quando diagnosticado no início.

Qual a causa?

Os principais fatores que podem levar ao aparecimento do câncer de boca são: o hábito de fumar e consumir bebidas alcoólicas em excesso. Quando fumo e álcool estão associados, o risco de desenvolver a doença aumenta mais de 100 vezes. Nos casos de câncer de lábio, a exposição ao sol é o principal fator, seguido do fumo.

Como aparece?

O câncer de boca aparece geralmente como uma ulceração (ferida) com as bordas elevadas. Pode apresentar-se também com coloração branca e/ou vermelha. Essa ferida, no início, não dói e não cicatriza.
Qualquer alteração de cor ou volume (“caroços, carnes crescidas, bolinhas”) deve ser examinada pelo dentista, bem como dificuldade em falar ou engolir.


“Ferida” na boca que não desaparece em 21

dias deve ser avaliada pelo Cirurgião-Dentista.

Como é feito o diagnóstico?
A principal forma de se detectar o câncer de boca é através do auto-exame de boca. Quando qualquer alteração for encontrada, deve-se procurar o dentista que irá avaliar a necessidade da realização de uma biópsia (remoção de um pequeno fragmento para exame microscópico) para confirmação do diagnóstico.

Como é o tratamento?

O tratamento é feito basicamente através de cirurgia, associada ou não a quimioterapia e radioterapia.

O câncer tem cura?

Sim, se diagnosticado no início, e tratado da maneira adequada, a cura do câncer de boca pode ser obtida na maioria dos casos. Metade dos casos no Brasil são diagnosticados tardiamente, a melhor maneira de reverter essa situação é com a informação e o auto-exame de boca.

Como prevenir?

• deixe de fumar;
• não beba em excesso;
• proteja os lábios e a pele contra os raios de sol;
• alimente-se de maneira saudável, com verduras, frutas e legumes;
• execute o autoexame todo mês;
• procure o dentista se tiver alguma dúvida ou notar qualquer alteração.

Autoexame da Boca:

Todas as regiões da boca devem ser examinas. Procure um espelho em um local bem iluminado e observe:
• lábios;
• língua (principalmente as bordas);
assoalho (região em baixo da língua);
• gengivas;
• mucosa jugal (bochecha);
• palato (“céu da boca”);
• tonsilas ou amígdalas.

O Câncer de boca tem cura;
realize o autoexame para continuar com um sorriso saudável.




Fonte: www.crosp.org.br

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Acupuntura combate efeitos da quimioterapia no Instituto do Câncer.

Dores, náuseas e outros efeitos colaterais de cirurgias e da quimioterapia estão sendo tratados com acupuntura no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira.

O ambulatório para esse procedimento foi aberto no início do mês. Segundo Eduardo D'Alessandro, clínico-geral e acupunturista do instituto, a terapia melhora o bem-estar do paciente e o andamento da quimioterapia. Como os efeitos colaterais são amenizados, não é preciso diminuir a medicação.

As agulhas são usadas para controlar dores que aparecem após as cirurgias, hipersensibilidade nas mãos e nos pés causada por alguns tipos de quimioterapia, assim como fadiga, insônia, depressão, problemas intestinais e ondas de calor --efeito de remédios contra o câncer de mama.

A indicação para acupuntura é sempre feita por um médico do instituto, e há casos em que é preciso ter mais cuidado, como em pacientes com inchaços causados por cirurgias ou que estejam tomando anticoagulantes. "O inchaço por falta de drenagem linfática, que pode acontecer após a operação de câncer de mama, pode deixar a pessoa mais exposta a infecções", diz o acupunturista.

D'Alessandro afirma que hoje há menos resistência dos médicos à técnica. "Ela é uma terapia complementar, não substitui remédios."
Fonte: Folha

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Direitos e Benefícios especiais aos portadores de Câncer

A Organização Mundial de Saúde (OMS) calcula que o número estimado de novos casos de câncer em todo o mundo chegará a 15 milhões em 2020. A Constituição Federal brasileira assegura aos portadores de neoplasia maligna (câncer) alguns direitos especiais, mas a falta de informação é grande e muitos portadores deixam de desfrutar desses benefícios por desconhecerem seus direitos.

O câncer pode ser controlado e, se diagnosticado precocemente, a cura é possível em muitos casos. Entretanto, o tratamento da doença pode ter um custo elevado, além de causar complicações físicas e psicológicas ao paciente. Por isso, foi instituído o direito constitucional aos portadores de câncer.

Muitas entidades editam cartilhas e diversos materiais informativos sobre esses benefícios, a exemplo do Instituto Nacional do Câncer (INCa), da Associação Brasileira de Combate ao Câncer Infantil e Adulto (Abraccia), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), etc, mas a falta de informação ainda é um dos maiores inimigos dos portadores de câncer.

Os direitos garantidos aos portadores de câncer são extensivos a pacientes com outras doenças graves, como tuberculose ativa, hanseníase, alienação mental, cegueira, paralisia irreversível ou incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondilartrose anquilosante, nefropatia grave, estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante), Aids e contaminação por radiação.

Esses benefícios vão da isenção de pagamento do Imposto de Renda que incide na aposentadoria, andamento prioritário de processos judiciais, levantamento do FGTS, quitação de imóvel, levantamento de seguro de vida e previdência privada, saque do PIS, auxílio transporte, isenção de IPI, ICMS e IPVA na aquisição de veículos especiais, entre outros.

Conheça alguns desses direitos:

·         Acesso aos dados do serviço médico se dá pelo requerimento à instituição de saúde que detenha os dados do prontuário.
·         Benefício auxílio-doença será devido ao segurado da Previdência Social que ficar incapacitado para o seu trabalho ou para a sua atividade habitual, nos termos da C.L.T. É devido ao segurado empregado a contar do décimo-sexto dia do afastamento da atividade.
·         Aposentadoria por invalidez – devida ao segurado que, estando ou não em gozo do auxíliodoença, for considerado incapaz e insusceptível de reabilitação para o exercício da atividade que lhe garanta a subsistência e será paga enquanto permanecer nessa condição. Se o segurado do INSS necessitar de assistência permanente de outra pessoa, a critério da perícia médica, o valor da aposentadoria por invalidez será aumentado em 25% a partir da data de sua solicitação.
·         Isenção do imposto de renda na aposentadoria – poderá ser requerida junto ao órgão competente, ou seja, aquele que paga a aposentadoria (INSS, Prefeitura, etc).
·         Benefício de prestação continuada (LOAS) – devido àquelas pessoas que não têm acesso aos benefícios previdenciários. Garante um salário mínimo mensal à pessoa portadora de deficiência e/ou idoso com 67 anos ou mais, que comprove não possuir meios de promover a própria manutenção e nem tê-la promovida por sua família. Esse benefício pode ser solicitado nas Agências da Previdência Social mediante o cumprimento das exigências legais.
·         Isenção da contribuição previdenciária – sobre a parcela de até três mil reais dos proventos dos servidores públicos federais aposentados por invalidez.
·         Passe livre em transporte coletivo interestadual para pessoas carentes portadoras de deficiência.
·         Liberação do Fundo de Garantia e do PIS/Pasep – deve ser requerido junto à Caixa Econômica Federal. É devido ao trabalhador com neoplasia maligna (câncer) ou o trabalhador que possuir dependentes, registrados no INSS, acometidos de câncer.
·         Cirurgia plástica reparadora de mama pela rede de unidades integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS), nos casos de mutilação decorrente de tratamento de câncer.
·         Quitação do financiamento de imóvel junto à Caixa Econômica Federal sujeito à verificação e composição de renda familiar no contrato de financiamento.
·         Isenção de ICMS, IPI e IPVA, caso a doença ocasione deficiência nos membros, superiores ou inferiores, que a impossibilite de dirigir automóveis comuns. Isenção do ICMS – Deverá ser requerida junto à Secretaria da Fazenda do Estado, na aquisição de veículos especiais. Cada Estado tem uma regulamentação própria para a isenção. Em São Paulo, por exemplo, estão isentos os veículos de até 127 HP de potência bruta, adaptados ao uso de pessoas portadoras de deficiência física (caso de mulheres submetidas a mastectomia decorrente de neoplasia maligna).
Isenção do IPI – A ser requerida junto à Secretaria da Receita Federal, na aquisição de veículos por portadores de deficiência Física. Isenção de IPVA – A ser requerida junto à Secretaria da Fazenda do Estado.
Dica: O portador de câncer deve guardar todos os laudos, receitas, exames, radioterapias, tomografias, entre outros documentos, além de seus pessoais, que comprovem o problema de saúde. Estes são documentos importantes em qualquer processo judicial.


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Câncer: Genético ou Hereditário?

Entenda melhor as regras básicas da cancerologia:

- Todo câncer é causado por uma alteração nos genes. Isto não significa que seja hereditário. Significa apenas que esta alteração nos genes causou uma sequência de eventos nas células de um órgão que acabou causando o aparecimento de um tumor maligno. A grande pergunta é se esta alteração nos genes ocorreu ao acaso (o que ocorre na grande maioria dos casos de câncer, especialmente quando o câncer ocorre em pacientes idosos) ou se foi herdada (ou seja, a alteração genética passou de pais para filhos).

- Na maioria dos casos de câncer, trata-se de uma alteração genética adquirida ao longo da vida pelo indivíduo doente. Raramente a alteração genética foi herdada. O indivíduo que adquiriu esta alteração genética ao longo da vida não irá passar esta alteração para seus filhos. Apenas entre 5% e 10% de todos os casos de câncer são conseqüência de alteração genética hereditária, ou seja, transmissível de pais para filhos.

- Casos de câncer precoce (em pacientes abaixo de 50 anos) merecem uma maior preocupação e a discussão com o médico do paciente, quanto ao risco de se tratar de um câncer hereditário.

- As exceções a esta regra acima (câncer em indivíduos jovens) são: tumores de testículo, linfomas e leucemias. Estas doenças frequentemente ocorrem em pacientes jovens sem que eles tenham qualquer predisposição hereditária. Portanto tumores típicos de gente jovem, não devem desencadear uma investigação familiar.

- Nos casos de alterações genéticas hereditárias, não são todos os filhos e netos que herdam estas alterações, e frequentemente é impossível saber qual filho ou neto tem a alteração, a não ser que seja feito um teste genético bastante sofisticado. Dependendo do tipo de alteração genética, a transmissão da alteração genética hereditária pode afetar desde alguns por cento até 100% dos filhos.

- Nem todo individuo que herda uma predisposição genética irá desenvolver o câncer. Há inclusive alterações genéticas predisponentes que apenas raramente acabam desencadeando câncer.

- Os testes genéticos para detectar uma predisposição hereditária ao câncer são extremamente caros e a simples discussão quanto à indicação de fazê-los pode gerar um quadro de ansiedade trazendo mais problemas que a própria doença. Portanto, nenhum paciente ou parente de paciente deve ser submetido a teste genético de predisposição ao câncer sem antes ser amplamente orientado quanto às implicações do teste (seja ele de resultado positivo ou negativo).

- A orientação ou decisão quanto à necessidade de se fazer testes genéticos deve ser feita em conjunto pelo médico oncologista e/ou por um profissional especializado em aconselhamento genético, nunca por um médico sem o preparo para discutir as implicações do teste.
 
O paciente que é diagnosticado com algum câncer em idade jovem, e cujo tipo de câncer não é típico para jovens, deve de fato indagar quanto ao risco de seus pais, irmãos e filhos.

Os tipos de câncer que mais nos preocupam a este respeito são exatamente aqueles em que não há uma causa clara. Assim, tumores como câncer de pulmão e de cabeça e pescoço, que são causados pelo tabaco, raramente são decorrentes de alteração genética hereditária. A infecção pelo papilomavírus humano predispõe ao câncer de colo de útero, não sendo, portanto suspeita alteração genética hereditária nestes casos.

Os tumores mais frequentemente associados a alterações genéticas hereditárias são: câncer de mama, câncer de cólon (intestino grosso) e reto, câncer de ovário e câncer de tireóide. Dito isto, apenas uma minoria dos pacientes com câncer nestes órgãos tem uma alteração genética hereditária.

O cenário mais comumente visto no ambulatório é o de mulheres jovens com câncer de mama ou ovário, e cuja mãe ou irmã também tiveram um destes tumores em idade jovem. Estas pacientes perguntam o que deve ser feito a respeito dos seus filhos.

O primeiro e mais importante passo é o tratamento adequado desta mulher cujo tumor já existe, antes de qualquer discussão sobre um tumor que poderá, talvez, um dia aparecer em outra pessoa. Uma vez que este tratamento esteja estabelecido, faz-se uma discussão sobre o teste genético disponível e possíveis implicações de um resultado positivo e negativo no teste genético. Só após esta discussão procedemos com o teste para checar se esta mulher que já tem o diagnóstico de tumor tem de fato alguma das alterações genéticas conhecidas (mutações) que predispõe ao câncer de mama (ou ovário). Caso esta mutação seja detectada (o teste é feito em sangue), aí sim, deve ocorrer uma discussão tanto com o oncologista quanto com o profissional capacitado para o aconselhamento genético com esta paciente. Só depois disto é que se pode considerar a hipótese de conversar a respeito do teste com os parentes em questão. Lamentavelmente, estes testes são ainda bastante sofisticados e caros, havendo grande dificuldade para sua execução em larga escala no Brasil.

Na impossibilidade de se fazer o teste genético, o oncologista pode usar alguns fatores relacionados ao paciente (a história familiar é o mais importante), ao tumor e ao grau de parentesco para prever que conduta teria a melhor chance de prevenir o possível aparecimento de um tumor em um parente determinado.
Esta decisão envolve a análise de dados complicados, não cabendo maior discussão neste momento.

O resumo da história é que a maioria dos tumores malignos não são hereditários; a discussão quanto a um possível fator hereditário não deve ser uma conversa leviana, e sim uma discussão por profissionais que estudam a fundo essa questão. Há profissionais dedicados ao aconselhamento genético, e todo paciente deveria ter acesso a uma discussão com este profissional, por menor que seja a probabilidade de tratar-se de um câncer de origem hereditária.
Encorajamos pacientes e parentes para que façam as perguntas ao seu médico.

Dr. Rafael Kaliks é Oncologista. Fellowship em Oncologia Clínica na Thomas Jefferson University, Filadélfia. Oncologista Clínico do Hospital Israelita Albert Einsten e na CLIOH.


Câncer X Depressão

Qual é a relação da depressão com o câncer?
A depressão é muito comum no câncer e, quando está presente, piora muito a evolução do quadro clínico e a qualidade de vida do paciente.

A depressão acomete os portadores de câncer ou pode-se considerar que a depressão causa câncer?
Os estudos não comprovaram que a depressão possa ser a causa principal de câncer, uma vez que as causas do câncer são multifatoriais, envolvendo aspectos genéticos, psicológicos, história de vida e exposição a agressores ambientais, mas certamente pode ser um dos fatores contribuintes para o seu surgimento, principalmente como um desencadeador dos primeiros sintomas clínicos do câncer, por prejudicar de forma indireta ou direta a imunidade do organismo, permitindo que ele avance mais rapidamente. Em alguns casos de câncer, como, por exemplo, o câncer de pâncreas, a depressão pode ser uma consequência da agressão do câncer ao cérebro, tanto por fatores diretos (metástases cerebrais) como por desequilíbrios biológicos que afetem o cérebro indiretamente (desequilíbrio de sais minerais, por exemplo).

Quais são os fatores que contribuem para a depressão?
Vários fatores podem contribuir para o surgimento da depressão, como vulnerabilidade genética (familiar), doenças clínicas ou uso de medicamentos que induzem à depressão (por exemplo, alguns anti-hipertensivos), ou mesmo o uso de drogas como álcool e cocaína. Um estresse mais intenso geralmente pode desencadear uma crise depressiva, mas não pode ser considerado uma causa da depressão.

Como notar os sintomas?
Os principais sintomas são: tristeza a maior parte do tempo, perda do ânimo e disposição, fadiga ou cansaço excessivo, alterações do sono – como insônia ou excesso de sono –, alteração do apetite – como aumento ou diminuição do apetite –problemas de concentração e memória, agitação física ou lentificação física, pensamentos negativos, de culpa, de baixa autoestima, de pessimismo e de suicídio e morte. Os pacientes podem não falar nada e apresentarem-se mais lentos, mais tristes ou mais apáticos, deixando de fazer coisas que gostavam, se isolando das pessoas e não conseguindo dar conta das atividades que costumavam fazer, tanto no trabalho como em casa.

Depressão em pacientes com câncer está associada a maiores índices de mortalidade?
Certamente, não só mortalidade, mas também pior qualidade de vida.

O que fazer para buscar tratamento? É possível tratar o câncer e a saúde mental em sintonia?
Na suspeita de uma depressão em um paciente com câncer, seria necessário pedir uma avaliação de um médico psiquiatra, que vai avaliar e indicar, quando necessário, tratamento medicamentoso. O tratamento psicológico é quase sempre indicado, pois pode melhorar a sobrevida dos pacientes, independente da presença ou não de uma depressão. O tratamento do câncer precisa quase sempre de um tratamento paralelo psicológico, pois esse suporte melhora muito a qualidade de vida e a capacidade de enfrentamento dos pacientes diante do estresse poderoso que é poder perder a vida por um câncer, principalmente através de terapias de grupo especializadas e focadas em pacientes com câncer que sobreviveram. A saúde mental bem cuidada é fundamental para a boa evolução de um paciente com câncer.

Como as pessoas (familiares, cuidadores, etc.) que estão ao redor desses pacientes podem ajudar o depressivo?
Dando apoio, estando presentes, se preocupando sem pressionar demais esses pacientes, pois o excesso de atenção pode gerar superproteção e ser mais um fator de estresse. É importante estimular os pacientes a procurar ajuda psicológica e eventualmente psiquiátrica, e entendendo melhor o problema da depressão, com busca de informações de boa qualidade. No Brasil, sugiro a ABRATA – Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (www.abrata.org.br).

Prof. Dr. Teng Chei Tung – CRM/SP 65297 – é médico supervisor do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), coordenador do Serviço de Interconsultas do IPq-HCFMUSP (Instituto de Psiquiatria do HCFMUSP), membro da Comissão Científica da ABRATA – Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtorno Afetivo e diretor clínico da CLIAD – Clínica de Ansiedade e Depressão. Possui doutorado em Psiquiatria - FMUSP.